Fase de Adaptação

Israel

E assim, como que em um piscar de olhos, passaram-se dois anos e meio!
Lembro-me que antes mesmo de decidir deixar o Brasil e vir morar em Israel, li um artigo da agência judaica no qual estava escrito que o tempo de adaptação médio de um imigrante são dois anos. Concordo plenamente! A adaptação é um processo relativamente longo, que exige esforços e paciência.

Chegamos em Israel sem nada! Não sabíamos onde morar ou em que trabalhar, tínhamos um pouco de dinheiro guardado e uma família torcendo por nós e disposta a ajudar dentro de suas possibilidades.

Nestes dois anos e meio muita coisa aconteceu, construímos um novo lar, fizemos uma nova carreira e até ganhamos mais uma princesa. Me acostumei com o jeito israelense de se viver e hoje posso dizer que já não tenho vontade de voltar a morar no Brasil.

Depois de um longo tempo sem atualizar o blog, resolvi voltar a escrever. Sei que muitos no Brasil, assim como eu, sonham em construir uma nova vida em outro país e tenho certeza que meus relatos poderão ajudar.

Apenas em 2016 mais de 500 brasileiros já fizeram Alyah e com a atual situação do Brasil esse número tende a crescer. Ficarei feliz em mostrar a todos um pouquinho do meu dia a dia nessa terra maravilhosa.

*Temas e ideias para serem abordados serão super bem vindos!

Lumi
lumi.suzana@gmail.com

O outro lado da guerra

.

Os programas de televisão, jornais, redes sociais e celulares estão inundados de informações sobre a guerra em Israel. Há 13 dias Israel iniciou uma missão para combater o terrorismo em Gaza e há três dias essa missão se intensificou quando nossos bravos soldados entraram por meio terrestre nos territórios palestinos.

Estando em Israel ou no Brasil, todos sabem que o clima aqui está tenso e que tudo indica que a missão está apenas no começo, porém existe um outro lado da guerra que quem está longe não consegue enxergar com tanta clareza.

Quero contar pra vocês o lado lindo que pude enxergar nesses dias dificeís para o povo judeu.

Desde que nossos três meninos foram raptados o povo de Israel se uniu durante 18 dias em preces e orações esperando que eles fossem encontrados com vida. De repente, o país com tantas linhas de pensamento opostas e tantas diferenças entre seus moradores se tornou um só. Um único Israel esperando seus filhos voltarem pra casa. Infelizmente a história não teve o desfecho que todos esperávamos, mas se podemos enxergar algo bom em toda essa tragédia, foi o povo lembrar que todos somos apenas um só, e que independente das diferenças essa é nossa casa e todos precisamos de paz.

Em seguida, a situação piorou após o cruel assassinato de um menino árabe, o que também causou revolta entre o povo palestino e o ínicio dos ataques entre Israel e Gaza.

Há quase duas semanas diversas cidades em Israel são atacadas com foguetes aéreos, o que obrigada a população da região atacada a se esconder em quartos protegidos ou bunkers. Essa rotina faz com que crianças e adultos passem muito tempo em bunkers ou até mesmo durmam dentro deles. Em plenas férias de verão muitas colônias de férias foram canceladas e em cidades que são diariamente atacadas as crianças mal podem sair de casa.

Uma linda iniciativa diante dessa situação foram os canais de TV a cabo terem aberto sua programação para todos os telespectadores (Eu, que só tinha 24 canais a cabo, agora posso ver mais que 100) e os canais infantis, que normalmente encerram suas atividades no início da madrugada, estão transmitindo 24 horas de desenho animado, pensando nas crianças que acordam de madrugada por causa das sirenes.

Também é emocionante ver através do facebook pessoas que moram em cidades onde não há ataques, oferecendo moradia para famílias que queiram sair das áreas de perigo. Muitos famílias preferem tirar seus filhos da zona de perigo e se hospedar em casa de parentes e amigos onde o clima está menos tenso.

Outro gesto de amor são as pessoas que preparam comida quente, bolos e artigos de necessidade básica para enviar aos nossos soldados.

Na televisão, durante todo o dia são mostrados os números de telefone para pessoas que estejam em pânico, ou precisem qualquer tipo de ajuda.

Aqui onde moro, em Natanya, um restaurante está oferecendo refeições gratuitas para pessoas que fugiram das áreas atacadas.

A solidariedade, a força e a esperança tomaram conta do povo de Israel, que unido está pronto para lutar por seu país e garantir um futuro melhor para seus filhos e netos.

Esperamos que a paz venha logo e que se D-us quiser tenhamos apenas boas notícias.

 

10 curiosidades sobre Pessach em Israel

פסח

Confesso que Pessach é minha festa judaica favorita. Mesmo que fazer toda a preparação e limpeza possa ser muito cansativo, acho muito prazeroso fazer o Sêder e envolver toda a família para a cada ano recontar a história da saída do Egito e todos os milagres que D-us fez para o nosso povo.

Gosto do fato das crianças realmente se encantarem com cada detalhe da história e ansiosamente aguardarem pela procura do Afikoman. Gosto até mesmo de passar essa semana comendo matzá e todos os diferentes pratos que conseguimos inventar com ela.

Pessach é comemorado da mesma forma em todos os cantos do mundo, mas aqui em Israel existem alguns detalhes bem interessantes para quem nunca esteve aqui nessa época.

Segue abaixo 10 curiosidades sobre passar Pessach em “Eretz”:

1 – Em Israel os preparativos pra Pessach começam logo que termina a festa de Purim. Nessa época muitas famílias, além de fazerem a limpeza para tirar todo o Chametz de casa, costumam pintar suas residências. Os bairros ficam cheios de anúncios de pintores oferecendo o serviço por preços especiais. Nas lojas podemos encontrar tintas e utensílios de pintura em promoção.

2– As crianças têm férias da escola de aproximadamente 3 semanas. Uma semana antes de começar a festa elas já estão em casa. Isso é um pouco desesperador para mães de crianças pequenas, que precisam também limpar a casa e também cuidar dos bagunceirinhos!

3-Por conta das férias prolongadas surgem um monte de atrações para as crianças. Aqui no meu bairro já anunciaram desde colônias de férias, até shows e teatros com artistas famosos. Parques e clubes também oferecem atividades especiais.

4-Pessach marca a chegada da primavera, e as ruas de Israel estão simplesmente maravilhosas, cheias de flores de todas as cores e tamanhos. No Brasil é raríssimo vermos tamanha beleza nas cidades grandes.

5-Quase todos os alimentos que costumamos comer nos dias comuns ganham sua versão “kasher le Pessach”. Os supermercados já estão todos abastecidos e cheios de ofertas. Adoro o fato que aqui os alimentos “kasher le Pessach” não são mais caros que os alimentos comuns. Também estou radiante que este ano teremos Coca-Cola e sucos em nossa mesa do Sêder. (No Brasil quase nenhuma bebida é “kasher le Pessach” e sempre sentimos falta de bebidas gostosas durante essa semana)

6– A oferta de utensílios descartavéis aqui é enorme. Eles são usados durante todo o ano, mas em Pessach ainda mais! Por terem um preço muito atrativo dá para utilizá-los em todas as refeições. Eu mesma decidi não comprar louças de Pessach e utilizar apenas os descartáveis, além de sair mais barato é também mais prático.

7– Por conta da limpeza caprichada que temos que fazer em nossa casa para eliminar todo o Chametz os supermercados abastecem seus estoques de produtos de limpeza. Os mesmos são anunciados com preços mais baixos e podemos encontrar diversos produtos “mágicos” para auxílio na limpeza pesada.

8– Muitas famílias aproveitam as férias para fazerem passeios dentro e fora de Israel. Viagens a países próximos muitas vezes saem mais baratas do que viajar dentro do país!

9– Diversos restaurantes fazem suas versões de pratos “kasher le Pessach”, inclusive o Mc Donalds oferece o sanduiche feito com pão “kasher le Pessach”. (Não sei qual é a Kashrut desses alimentos)

10– Podemos encontrar diversos tipos de matzot para vender. Gostei das versões da matzá com farinha integral, matzá a base de ovos e matzá com mel.

Com tantas facilidades, acho que Pessach por aqui vai ser muito bom!

Desejo a todos Pessach Kasher ve Sameah!

Purim está chegando!

Adar foi um mês de milagres na história judaica. O povo judeu foi salvo do decreto de morte imposto pelo perverso Amán, e por este motivo é um mês de muita alegria para todos. Dizem que assim como aconteceu com nossos antepassados, o mês de Adar é um mês que pode trazer milagres.

Conta-se na Meguilat Esther, que logo após o Rei Achshverosh ter cancelado o decreto de Amán de matar todos os Judeus, ele deu a Mordechai, tio da Rainha Esther, permissão para matar todos aqueles que fossem contra o povo judeu. Naquele momento, ao ver a importância que os judeus ganharam aos olhos do rei e por medo de serem mortos, pessoas de outras religiões começaram a fingir que eram também iehudim, se fantasiando e seguindo os costumes dos judeus. Esse é um dos motivos pelos quais crianças e adultos se fantasiam em Purim, em lembrança a essa grande virada na história do povo que estava prestes a ser aniquilado e por um grande milagre foi salvo com honra e respeito!

Adultos e crianças se fantasiam para comemorar a festa de Purim.

Adultos e crianças se fantasiam para comemorar a festa de Purim.

Neste ano Purim será comemorado no dia 16 de março e por aqui já se sente o clima de festa no ar! Dezenas de fantasias e acessórios divertidos são vendidos por todos os cantos do país. Hoje levei minhas filhas escolherem as fantasias que usarão este ano. Por aqui a escolha da fantasia é um assunto bem sério para a criançada e eu não quis correr o risco de que os modelos que minhas filhas queriam se esgotassem, por isso preferi comprar com certa antecedência.

Na loja em que fomos deveriam ter uns duzentos tipos diferentes de fantasias, mas o que mais me chamou a atenção foi a variedade de fantasias e acessórios para os adultos. Confesso que tive que me controlar para não comprar uma fantasia pra mim também.

Oznei Haman. um gostoso biscoito com recheio de geléia, papoula ou chocolate.

Oznei Haman. um gostoso biscoito com recheio de geléia, papoula ou chocolate.

É claro que assim como em todos os grandes eventos judaicos, não poderia deixar de faltar a comida típica! Em Purim comemos Oznei Amán, um biscoitinho de massa sequinha e formato triangular que em seu interior esconde um recheio de geléia ou chocolate. Essa delicia nos faz lembrar que em Purim tivemos um milagre disfarçado, já que em nenhum momento da história o nome de D-us é citado. Ele apenas comanda os acontecimentos através de seus personagens, ficando escondido assim como o recheio do doce.

Que a alegria do mês de Adar perdure por todo o resto do ano!

Fonte de pesquisa: http://www.hidabroot.org.il

Televisão em Israel, mais conteúdo e menos apelação.

Acabou de terminar o Shabat aqui em Israel. Já arrumamos a casa, demos banho e jantar para as meninas e colocamos elas para dormir. Depois de um ótimo sábado de descanso, com direito a comida boa e visitas queridas, estou esperando começar dois programas que adoro assistir na televisão. O primeiro deles é um Reality Show chamado “Master Chef”, como o nome já diz é uma competição culinária. Em seguida tem o último capítulo de uma minissérie chamada Lihiot Ita (Estar com ela), um romance escrito por um israelense.

Master Chef nos deixa com água na boca! No último programa o desafio foi fazer uma deliciosa sobremesa em formato de vaso de flores.

Master Chef nos deixa com água na boca! No último programa o desafio foi fazer uma deliciosa sobremesa em formato de vaso de flores.

Eu e meu marido levamos uma vida religiosa, baseada nos preceitos da Torá, mas ao contrário da maioria dos casais observantes nunca conseguimos abrir mão da televisão em casa. Gostamos de ver duas horinhas de televisão antes de ir dormir, acho que é ótimo pra relaxar e esquecer um pouco dos estresses do dia a dia.  Como temos o pacote básico da T.V. a cabo, nossos dois canais preferidos são os canais abertos, que podem ser comparados à Globo e Record.

Sinto uma diferença enorme entre a qualidade dos programas de televisão de Israel em comparação ao Brasil. Por aqui é difícil vermos mulheres seminuas dançando e se expondo na televisão, se isso raramente acontecer será bem tarde da noite.

Aqui também não existe o conceito de telenovela diária após as notícias (telenovelas podem ser vistas em canais pagos, inclusive telenovelas brasileiras), cada dia após o jornal passa um programa diferente. Programas jornalísticos e investigativos são bem comuns e interessantes. Gostei muito de uma temporada que terminou há poucos meses, na qual uma jornalista procura pessoas desaparecidas, ela encontrou pessoas que haviam desaparecido há anos.

Outro tipo de programa que está bem na moda por aqui são os Reality Shows. Há algumas semanas terminou uma competição de cantores e conforme mencionei acima agora está passando uma competição culinária. Até o Big Brother passa em Israel!

Rising Star é uma competição musical na qual o público pode votar através de um aplicativo no celular. O programa já tem data pra estrear no Brasil!

Rising Star é uma competição musical na qual o público pode votar através de um aplicativo no celular. O programa já tem data pra estrear no Brasil!

No geral, os programas aqui são mais inteligentes e menos apelativos do que no Brasil. Até os programas humorísticos tem nível melhor.

Outro detalhe muito legal é que grande parte dos programas transmitidos por esses dois canais nacionais têm legendas em hebraico mesmo quando são falados na própria língua. Isso é ótimo para os estrangeiros entenderem e aprenderem o idioma.

Uma ótima dica é que existe um canal religioso chamado Hidabroot, nele podemos assistir diversas palestras de rabinos, além de entrevistas interessantes. É um canal que está crescendo bastante e pode ajudar muitas pessoas que querem se aproximar da religião. Dá pra assistir o canal também pela internet, através do site http://www.hidabroot.org.

Considerando que a televisão é um item praticamente obrigatório em todas as casas, acho muito legal que programas intelectuais e informativos sejam transmitidos com frequência. Essa é uma ótima fonte de aprendizado quando usada da forma correta.

Desejo a todos meus leitores uma ótima semana e aproveito esse post pra agradecer todas as mensagens carinhosas que tenho recebido durante esses meses. As mensagens de vocês me fazem ter força e inspiração pra continuar escrevendo, obrigada!

lumi.suzana@gmail.com

Israel não é perfeito, mas…

Israel não é um país perfeito, e onde quer que eu vá existem pessoas para me lembrar isso. Basta assistir durante uma semana as notícias na televisão pra entender que em Israel tem pobreza, tem pessoas passando fome, tem corrupção no governo, tem crimes hediondos, e que assim como em todo resto do mundo o custo de vida está aumentando e o salário da população diminuindo.

Mas sabe o que é o mais impressionante de tudo isso? Que eu, como brasileira recém chegada, não consigo enxergar a gravidade da situação. Pra mim todos os assuntos citados acima me parecem existir em escala muito menor do que no Brasil e portanto sempre sinto que aqui é muito melhor.

criancas com bandeira de israel

Semana passada fomos dar uma volta pelo bairro e minhas filhas pararam para brincar com a cachorrinha do cabeleireiro que estava presa na porta do salão. Em uma conversa rápida ele perguntou de onde éramos e em seguida começou a falar como a vida em Israel está difícil e como ele tem vontade de mudar de país. Falou que aqui se trabalha muito e se ganha pouco e que a vida está muito cara. Escuto esse tipo de conversa em vários lugares que vou e percebo que existe no povo israelense uma enorme vontade de ir embora, em busca de um mundo melhor.

Bom, para todos esses que querem ir embora, eu não recomendaria o Brasil como país de destino. Após uma análise de quase 7 meses não foi difícil concluir que para quem tem como parâmetro de comparação a vida da classe média em São Paulo, Israel é quase que um paraíso. Aqui o salário mínimo é mais alto do que no Brasil e o custo de vida é mais barato, temos direito a escola e saúde pública e não pagamos quase nada por isso, podemos sair na rua de noite sem medo de sermos assaltados e não precisamos lembrar de fechar as janelas do carro a cada viagem, as crianças tem uma vida mais livre e os senhores da terceira idade usufruem de atividades semanais por preços justos.

Não, não estou tentando me enganar e nem enganar os leitores. Israel não é o lugar perfeito. Aqui as pessoas também estudam e trabalham muito para garantir um futuro melhor para seus filhos. Aqui também economizamos para que sobre um dinheirinho extra no final do mês, aqui também é necessário que esposa e marido saiam para trabalhar a fim de sustentar a casa e, claro, as riquezas se concentram apenas entre a minoria.

Mas, como paulista que passou da classe alta para a classe média durante os últimos dez anos, tenho certeza que em Israel minha qualidade de vida é muito maior. Vejo mais futuro para minhas filhas e melhores chances de meu marido fazer uma carreira. Sei que estamos apenas no início do caminho, mas tenho a certeza que mesmo sendo difícil, em Israel é tudo muito melhor.

lumi.suzana@gmail.com

Escola de Graça e de Boa Qualidade

Um dos fatores de que mais me orgulho em Israel é o fato de o país garantir à sua população educação e saúde de boa qualidade e de graça.

Sou da opinião que esses dois fatores unidos são a garantia de um presente digno para qualquer pessoa e um futuro melhor para o país como todo.

Semana passada foram abertas em Israel as inscrições para o ano letivo que começará em Setembro de 2014. Aqui o ano tem início no final do verão e a escola começa perto da festa de Rosh Hashaná (ano novo judaico). Fizemos as inscrições de nossas duas filhas através da internet e escolhemos as escolas de acordo com a região em que moramos. O site nos oferece as opções de escola religiosa ou não e de acordo com esse parâmetro nos mostra quais são as escolas disponíveis em nossas redondezas. Após colocarmos duas opções de local para cada criança, a prefeitura se encarrega de fazer a divisão dos alunos e nós deveremos receber em meados de junho uma carta nos informando onde cada menina estudará.

Crianças brincando no parquinho de uma escola.

Crianças brincando no parquinho de uma escola.

Minhas filhas no ano que vem terão 3 e 5 anos e elas estarão no “gan”, que corresponde à educação infantil no Brasil. Nessa faixa etária as crianças ficam em escolas bem pequenas, normalmente com uma ou duas classes e um parquinho externo. Em cada classe tem sempre uma professora e uma ou duas ajudantes dependendo do tamanho da classe. As escolas seguem um plano de estudo criado pelo ministério da educação.

Minha filha mais velha, a Shir, está na escola desde que chegamos aqui. Ela entrou em Setembro de 2013 em um “gan” religioso perto da nossa casa em Natania. No início ela ficou um pouco assustada com a escola, pois achou muito pequena em comparação à escola no Brasil (ela estudava no Iavne), mas com o passar dos meses ela se adaptou bem. Atualmente ela vai muito feliz à escola e está cheia de amiguinhos. Acho super legal que os amiguinhos dela moram todos bem perto de casa e nós sempre o encontramos nos parquinhos e supermercado do bairro.

Quanto a mim, estou muito satisfeita com a escola. Ela aprendeu a língua hebraica bem rápido e está se desenvolvendo muito bem! Todo dia volta pra casa com uma novidade que aprendeu e adora fazer os trabalhinhos propostos pela professora.

O melhor de tudo isso? Que pago uma mensalidade de apenas 75,00 shekalim por mês (em torno de R$50,00), que cobre um seguro para a criança e os passeios feitos durante o ano, e posso dormir tranquila de noite sabendo que independente de qual será minha situação financeira no futuro minhas filhas terão uma educação de boa qualidade garantida.